Foto: Divulgação/Procon-SC
Um encontro realizado na sede do Procon SC, na capital, reuniu distribuidoras e representantes do setor de combustíveis para discutir o cenário atual em Santa Catarina.
Participaram 10 distribuidoras que atuam no estado, o Sindicato dos Postos de Combustíveis da Grande Florianópolis e o diretor do Procon de Florianópolis, Tiago Silva. O objetivo foi esclarecer a dinâmica de abastecimento e a formação dos preços.
Durante a reunião, foram apresentados fatores que influenciam o valor final ao consumidor, como oferta nacional e internacional, custos logísticos, variação do câmbio, necessidade de importação e impactos de eventos externos.
O Procon questionou a possibilidade de desabastecimento e os efeitos da alta procura nos postos. Segundo a diretora estadual, Michele Alves, não há risco no momento. Ela reforçou que não é necessário formar filas, já que a procura elevada pode impactar os preços.
Representantes do setor afirmaram que o mercado enfrenta uma “super demanda” em março, impulsionada pela safra e por uma corrida aos postos diante da possibilidade de greve de caminhoneiros. A expectativa é de normalização ao longo do mês.
O sindicato do comércio varejista de combustíveis informou que a situação está dentro da normalidade, com eventuais faltas sendo rapidamente resolvidas.
A diretora também destacou a Operação AEQUUS, realizada em 13 cidades catarinenses, para monitorar preços e possíveis irregularidades. O Procon orienta que denúncias sejam encaminhadas aos órgãos de defesa do consumidor.


